Gestão de planos de saúde: 5 erros para evitar na sua empresa

Uma eficiente gestão do plano de saúde garante um desempenho satisfatório para todos os beneficiários e ainda colabora para que a empresa mantenha-se competitiva em sua área de atuação no mercado. Para alcançar esse objetivo, a gestão precisa estar atenta…

Por Felipe Baeta

10 minutos de leitura


Uma eficiente gestão do plano de saúde garante um desempenho satisfatório para todos os beneficiários e ainda colabora para que a empresa mantenha-se competitiva em sua área de atuação no mercado.

Para alcançar esse objetivo, a gestão precisa estar atenta às várias questões que se relacionam com o plano de saúde na empesa, a fim de implementar rotinas funcionais que atendam às demandas dos colaboradores, sem elevar o valor das mensalidades.

Para tanto, é necessário rever algumas atividades que são desenvolvidas, incluindo aquelas do dia a dia, para cercar todas as pontas do processo da gestão de planos de saúde empresariais e garantir os melhores serviços com valor justo.

Ao longo desta leitura você confere os 5 erros mais comuns na gestão de planos de saúde para você evitar. Acompanhe!

1. Não estabelecer e monitorar indicadores de desempenho

Ignorar a necessidade de estabelecer indicadores adequados para mensurar a eficiência do uso do plano de saúde é um dos erros mais comuns nas empresas.

A inexistência desses indicadores impede uma gestão baseada em dados. Sem eles, a tomada de decisão fica prejudicada, pois a gestão é obrigada a tomar iniciativas com critérios de observação ou subjetivos.

Isso significa um grande risco financeiro para a empresa, principalmente em momentos de instabilidade financeira e mudanças no cenário de saúde da população.

Portanto, o acompanhamento de indicadores (de desempenho e de qualidade) é essencial para identificar questões que possam impedir a eficiência dos processos quando o assunto é gestão de planos de saúde.

2. Negligenciar o percentual de sinistralidade

Toda vez que um colaborador aciona o plano de saúde, a operadora entende como um sinistro ocorrido. Dessa forma, quanto mais os serviços de saúde forem usados pelos usuários da sua empresa, a operadora entende que tem mais riscos, pois pode se ver tendo de lidar com uma elevação dos custos.

Logo é preciso acompanhar os índices de sinistralidade do plano de saúde e prever alternativas para ajustar esse percentual.

Uma estratégia que a maioria das empresas adota e que traz resultados positivos é realizar uma auditoria cuidadosa das contas médicas, assim como fazer uma gestão de riscos focada na adoção de cuidados preventivos.

Esses cuidados incluem o incentivo da mudança de vida dos colaboradores da empresa, adotando hábitos mais saudáveis, como a prática de atividades físicas e uma alimentação equilibrada.

A adoção do sistema de coparticipação é uma alternativa que tem se mostrado bastante eficiente para o controle da sinistralidade.

3. Dar maior atenção apenas aos grupos de alto risco

É comum as empresas voltarem a sua atenção para colaboradores que já pertencem a determinados grupos de risco, pois é evidente que eles significam um maior impacto quando o assunto é sinistralidade e custos em relação à saúde.

No entanto vários outros funcionários ingressam no grupo de alto risco todos os anos. Isso acontece porque eles não tiveram um acompanhamento de profilaxia, que os possibilitasse sair dessa condição.

Assim, quando a questão é a gestão de planos de saúde, adotar um comportamento reativo é um erro bastante grave, pois isso faz com que as empresas apenas se deem conta da importância de solucionar uma determinada questão quando o problema já aconteceu.

Nesse cenário, os programas de incentivo à qualidade de vida precisam englobar todos os colaboradores, a fim de se evitar o agravamento de casos já existentes, como também o surgimento de novas ocorrências.

Logo essa ação preventiva trará muitos benefícios, tanto para a saúde dos funcionários, quanto para a produtividade empresa.

4. Falta de gerenciamento

É comum as empresas não darem a devida importância à gestão de plano de saúde, e se verem surpresas quando a conta chega no final do mês.

Quando a responsabilidade desse gerenciamento é delegada aos próprios fornecedores, a questão fica ainda mais grave, pois a administração desse importante investimento é terceirizada. Como resultado, temos o desperdício de mão de obra e de energia.

Para reverter essa situação, faça o acompanhamento da evolução dos contratos de saúde, usando indicadores. Isso é fundamental para que você e sua equipe façam o controle dos custos e do nível de qualidade dos serviços contratados.

5. Não contar com o auxílio de uma corretora de planos de saúde

Uma desculpa recorrente para a não gestão do plano de saúde nas empresas é a falta de pessoal para essa função.

Nessa situação, você pode contar com os serviços de uma corretora de planos de saúde. Ela será responsável pela apresentação de alternativas, levantamento de indicadores, verificação de resultados, e manutenção de planos preventivos.

Além disso, uma corretora de seguros tem todo o conhecimento acerca das normas e diretrizes previstas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável por regulamentar os planos de saúde.

Além disso, ao contar com uma corretora, você tem acesso a um conjunto de serviços primordiais para que todo o contrato seja administrado da forma mais eficiente possível, tornando o benefício ainda mais vantajoso e o nível de excelência dos serviços mais elevado.

Entre as vantagens de se contar com uma corretora de planos de saúde, está a rápida comunicação com a operadora, ser atendido por especialistas no assunto, o que passa muito mais segurança na hora de fechar o contrato.

Ainda podemos destacar contar com o auxílio para a mediação de possíveis problemas, além de usufruir de todo o know-how da seguradora em caso de imprevistos e outros problemas que possam vir a surgir.

Como vimos ao longo desta leitura, a gestão de planos de saúde também faz parte dos outros aspectos que devem ser gerenciados dentro de uma empresa. Essa gestão exige o uso de uma metodologia adequada, acompanhamento constante e melhorias periódicas.

Assim, por meio de uma gestão de plano de saúde eficiente, você reduz custos desnecessários e ainda conquista altos índices de bem-estar, produtividade e motivação dos seus funcionários.

Vale lembrar ainda a importância de se trabalhar em parceria com uma corretora de planos de saúde para realizar a gestão desse benefício de forma eficiente, reduzindo riscos e aumentando a qualidade dos serviços prestados.

Se você gostou deste post sobre gestão de planos de saúde, entre em contato conosco para saber como podemos ajudar você!